Komunikadu imprensa
FRETILIN husu Presidenti Republika ordena investigasaun Gabineti Presidensia Republika nian kona ba falansu promulgasaun Orsamentu Retifikativu
É o espaço de produção de conhecimentos. Criado em 04 de Julho de 2007 pelos académicos da FRETILIN em Coimbra com os objectivos construtivos e dinâmicos em muitos aspectos das diferenças áreas.
Coordenador – Geral
Eng. Samuel Freitas
Vice Coordenador – Geral
Alexnadre Pinto
Contactos:
Samuel Freitas (00351-913892252)e-mail : faf-coimbra@hotmail.com
Residência Universitária de Santiago, bl. 4, 3810-193, Aveiro, Portugal.
FÓRUM ACADÉMICO DA FRETILIN EM COIMBRA

Coordenador- Geral de FAFC (a direita)
FAFC: Que balanço faz das primeiras actividades do Fórum?
AG: muito positivo. Parece-me que o Fórum encontrou o caminho certo, tem membros fantásticos e com capacidade intelectual que eu devo reconhecer.
FAFC: Acha que o Fórum está no bom caminho?
AG: eu creio que sim. O nosso principal obstáculo, foi a criação do Fórum, mas conseguimos ultrapassá-lo, isto, deve-se a união e a humildade que os membros têm vindo a demonstrar. Temos um grupo fantástico e pretendemos alargar este grupo.
FAFC: Como vai alargar este grupo?
AG: promover o diálogo e dar a conhecer os objectivos do Fórum, são os principais passos para pudermos alargar o grupo.
FAFC: Até a onde, o Fórum pretende chegar?
AG: o nosso caminho já está definido, nós temos objectivos bem claros e queremos concretizar estes objectivos.
FAFC: Qual é a necessidade de criar este Fórum?
AG: Bom, a principal necessidade está estipulada no nosso regulamento interno, nós temos 5 objectivos para cumprir.
FAFC: Visto que a Direcção do Fórum está bem constituída, qual é o segredo?
AG: Nós não temos segredo nenhum, a escolha baseia-se essencialmente na disponibilidade e capacidade profissional. Como sabe, o Fórum é um espaço político, é preciso lidar bem com a pressão, porque a política é um jogo, se jogar bem ganha o jogo se jogar mal perde o jogo.
FAFC: Como vê a situação política que a Fretilin tem vindo a enfrentar?
AG: a Fretilin continua a ser o defensor da causa do povo, tem vindo a demonstrar a sua maturidade política, eu creio que é o único partido que está bem organizado. Pelo que tem vindo a demonstrar, o partido merece o nosso total apoio.
FAFC: Acha que o Mari Alkatiri é problema para o país?
AG: eu acho que não. O povo foi mobilizado para desacreditar a governação da Fretilin. Como sabe, o nosso secretário-geral sempre foi alvo a abater, pois ele é o cérebro principal que capaz de transformar um Timor-Leste melhor. Em suma, ele é o homem certo no lugar certo para conduzir o país.
FAFC: Como vê a politica do governo actual?
AG: a forma como o governo está a conduzir o país, parece-me que estamos perante um governo de reality show. Em apenas 10 meses, o governo bateu o recorde em termos de gastos. Há uma desgovernação total, o governo não tem um projecto claro para o país. Só sabe fazer despesas e não sabe produzir receitas.
FAFC: O que se deve fazer para evitar esta autêntica desgovernação?
AG: deve haver uma inclusão total de gente capacitada, fazer uma avaliação global das necessidades do país e apresentar um projecto claro para o desenvolvimento da nação.
FAFC: Como juventude Fretilin, o que espera para o futuro do país?
AG: a Fretilin continua ter o seu compromisso político com o povo, como juventude, queremos defender este compromisso. O povo não merece sofrer desse jeito, alguém tem gritar e falar em nome do povo.
FAFC: Alguma vez teve medo do que está a fazer?
AG: medo, nunca tive medo. Gosto muito de lidar com a pressão, a pressão é um desafio, sem desafio não existe vida. Tenho consciência do que estou a fazer. Aproveito esta oportunidade para apelar a todos os jovens timorenses, como cidadão livre, nós devemos enfrentar o medo e proteger o nosso sonho. O nosso sonho é ver Timor-Leste democrático, prospero, paz e harmonia.
FAFC: Como Coordenador-Geral do Fórum o que pretende fazer para o futuro?
AG: até ao momento, a Direcção tem cumprido o seu dever, conseguiu estabelecer o contacto com a Direcção do partido, divulgando o Fórum a nível nacional e internacional e promovendo debates de carácter político e académico. Unir os académicos da Fretilin em Portugal continua ser a prioridade desta Direcção. No futuro, vamos trabalhar no sentido de preparar alguém que possa assumir os próximos compromissos do Fórum.
A FRETILIN saúda a decisão do Presidente de esperar o resultado da decisão judicial pedida por partidos da oposição de revisão da rectificação orçamental de 2008
Hoje, a FRETILIN disse que saúda a decisão do Presidente Ramos Horta de esperar até que o pedido feito pela FRETILIN, KOTA/PPT e PUN ao Tribunal de Recurso para ver a constitucionalidade de aspectos chave da rectificação orçamental de USD$425.6 milhões, que levaria a um aumento do orçamento anual original para mais de USD$773.3 milhões, antes de promulgar em lei.
A decisão do Presidente Ramos Horta de esperar o resultado da revisão pelo tribunal de recurso de aspectos da revisão orçamental foi anunciada ontem (Terça-feira, 5 Agosto) na televisão estatal de Timor-Leste.
O líder parlamentar da FRETILIN Aniceto Guterres disse, "A decisão do Presidente é uma decisão sábia e prudente, expressando cautela e preocupação acerca da legalidade de uma série de aspectos da revisão orçamental proposta pelo Governo de facto de Gusmão
"No decurso dos últimos meses, e em particular durante o debate parlamentar para esta revisão orçamental (16-31 Julho), a FRETILIN, a sociedade civil, dadores internacionais e instituições multilaterais tais como o Banco Mundial e o FMI questionaram as necessidades para um tão grande aumento no orçamento.
"Em particular levantaram questões em relação à transparência e legalidade deste orçamento, a capacidade de o gastar e também a razão para uma tão grande quantidade de dinheiro ter sido a locado para bens e serviços em oposição ao dinheiro para capital de desenvolvimento."
"Apesar da forte e espalhada oposição da população, o Governo de facto de Gusmão tem-se recusado a ouvir as preocupações do povo e passaram a revisão orçamental no Parlamento Nacional com muitos poucas emendas."
"Saudamos a decisão do Presidente porque não reflecte apenas a preocupação entre a FRETILIN, mas também nos grupos da sociedade civil e na população mais alargada em Timor-Leste."
Para mais informações, por favor contacte: Nilva Guimarães +670 7340389 (Dili, Timor-Leste)
Para Timor-Leste, quase 800 milhões de dólares é muito dinheiro, diz Presidente
O PRESIDENTE
Recebi do Parlamento Nacional, para promulgação, a Lei do Orçamento Rectificativo (OR). É um orçamento vultuoso para se gastar até ao fim deste ano de 2008.
O Governo pede agora mais 440 milhões de dólares, totalizando assim o Orçamento Geral do Estado (OGE), para 2008, em cerca de 800 milhões, o que significa um aumento de 122% do OGE. O orçamento inicial de 2008 previa gastar cerca de 350 milhões de dólares
Com o Orçamento Rectificativo, o Governo quer, portanto, gastar – em 5 meses – até Dezembro, o dobro do montante do orçamento inicialmente previsto para gastar em 12 meses.
Este grande aumento – súbito – da despesa do Estado causou naturalmente alguma surpresa e alguma preocupação, não só em Timor-Leste, como também junto dos parceiros de desenvolvimento. Tenho ouvido preocupação e registado dúvidas sobre este orçamento rectificativo, da sociedade civil e de organizações internacionais, nomeadamente o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, entre outros.
A crise alimentar e a incerteza económica a nível internacional exigem de nós, mais do que nunca, grande rigor e contenção nas contas do país.
Para Timor-Leste, quase 800 milhões de dólares é muito dinheiro.
Os auditores internacionais, em particular o Conselho Consultivo do Parlamento Nacional, do Fundo do Petróleo de Timor-Leste, consideram que a gestão sustentada dos recursos daquele fundo, tal como previsto na lei do Fundo Petrolífero, aconselha a usar só 396 milhões de dólares este ano. Mas o orçamento rectificativo propõe retirar quase 800 milhões.
É uma diferença muito grande. É preciso saber onde é que o país vai gastar tanto dinheiro: vai gastar em quê – e como é que essa despesa beneficia o povo e o país.
Algumas obras e investimentos podem, agora, custar muito dinheiro, mas gerar riqueza no futuro.
Por exemplo, a construção de estradas e pontes, o investimento em telecomunicações, em obras de irrigação, para aumentar a nossa agricultura, entre outros investimentos económicos, são despesas elevadas mas desenvolvem o país e criam emprego.
Para investimentos desse género, vale a pena ir buscar mais dinheiro ao Fundo de Petróleo, porque gasta-se mais agora, mas o investimento serve para aumentar a riqueza no futuro.
Mas o Orçamento Rectificativo que eu recebi não contempla isso.
Pelo contrário, o orçamento rectificativo prevê gastar cerca de 800 milhões de dólares, mas só 15 por cento são para Capital de Desenvolvimento.
Quer dizer que por cada dólar do orçamento rectificativo, o Governo quer gastar 85 cêntimos em despesas do dia-a-dia e 15 por cento em investimento para o futuro.
Por outro lado, o orçamento rectificativo não esclarece todas as dúvidas que me colocaram sobre a própria despesa corrente – quer dizer, as tais despesas do dia-a-dia.
Por exemplo, o governo criou um Fundo de Estabilização Económica (FEE) e quer dotá-lo com 240 milhões de dólares.
Compreendo que se justificam medidas de intervenção perante o aumento dos preços dos alimentos e de regulação dos preços de outros produtos fundamentais.
Questionei ontem o Sr. Primeiro-Ministro, se não seria, talvez, mais adequado que o dinheiro necessário para garantir o fornecimento de alimentos de primeira necessidade estivesse orçamentado na Segurança Alimentar? Igualmente, se o dinheiro que o Governo pediu para a intervenção no mercado de produtos não – alimentares não poderia estar na própria reserva de Fundo de Contingência do Governo?
Há dúvidas e preocupações que o orçamento rectificativo suscita que não têm uma resposta clara.
Por exemplo, o Orçamento Geral do Estado para 2008 tinha já uma verba de 3 milhões e meio de dólares para viagens ao estrangeiro. O Orçamento Rectificativo aumentou, agora, aquela verba para um total de 6 milhões.
As viagens dos ministros ao estrangeiro são, muitas vezes, justificadas e são necessárias. A população compreende isso. Eu não tenho dúvidas sobre isso.
Mas a preocupação que me transmitem é: será razoável e necessário gastar tanto?
Este Orçamento Rectificativo é para 5 meses apenas.
Quantas viagens vão os membros do governo fazer ao estrangeiro e quanto é que vão usar em cada viagem para gastarem 6 milhões de dólares num ano?
Temos de saber gastar com prudência os dinheiros do Estado, sobretudo em tempos de crise.
Eu estive no governo vários anos e sei que não é fácil conciliar todos os pedidos dos vários ministros.
Apelo ao Ministério das Finanças para que defina regras e critérios eficazes e estabeleça prioridades. Têm de ser as Finanças a dar o exemplo e a velar pelo equilíbrio e a clareza do conjunto do Orçamento.
A todo o governo, em geral, faço um apelo à contenção e ao rigor.
Em tempos de crise, o governo tem um dever acrescido de contenção nos gastos e de rigor na avaliação das despesas, tendo em vista definir as prioridades nacionais de forma sequencial, equilibrada e justa.
O Orçamento Geral do Estado é o instrumento fundamental para realizar a justiça social e corrigir desequilíbrios económicos.
Por isso, o Orçamento Geral do Estado tem de ser, principalmente, um documento rigoroso, um documento claro, que não deixe dúvidas a ninguém – nem ao povo, nem à comunidade internacional, que sempre nos tem apoiado.
Tenho o dever de contribuir no exercício do meu mandato para que Timor-Leste seja uma sociedade mais justa, em que o Estado olhe para todos por igual, para ricos e para pobres, ajudando mais, quem mais precisa.
O nosso Estado existe para ajudar a criar mais justiça e mais igualdade de oportunidades em Timor-Leste e, dessa maneira, melhorar a vida do povo.
Como Presidente da República, quero contribuir para garantir que o rigor e a transparência das contas do Estado não levantem dúvidas e ajudam aos objectivos nacionais de atingir mais equidade, mais justiça social, mais estabilidade e harmonia.
O Presidente da Republica não deseja tornar ainda mais difícil a gestão do país. Reconheço a boa-vontade e a determinação do Governo chefiado pelo nosso irmão Kai Rala Xanana Gusmão em tudo fazer para desenvolver a nossa economia com uma forte intervenção, pro-activa, do Estado.
Por outro lado, tomei conhecimento de que no Tribunal de Recurso deu entrada uma acção judicial subscrita por deputados, com base no artigo 150º da CRDTL, requerendo a Fiscalização abstracta da constitucionalidade da decisão do Governo em criar o Fundo de Estabilidade Económica por Decreto-Lei.
A credibilidade das contas do Estado é do interesse de todos. É do interesse do Governo, é do interesse dos outros órgãos de soberania, e é do interesse do povo.
Reuni-me ontem com o Primeiro-Ministro, Kai Rala Xanana Gusmão, e membros do Governo cerca de três horas, em que fui informado e, de certa forma, esclarecido em relação às minhas dúvidas e preocupações como referi.
Não tenho a menor dúvida quanto às mais nobres intenções do Primeiro-Ministro em tudo fazer para que a nossa economia arranque com base num projecto sustentável que beneficie os pobres e marginalizados da nossa sociedade.
No entanto, muitas dúvidas e preocupações prevalecem.
Sendo minha obrigação de fiscalizar a constitucionalidade das normas, assim como é do Parlamento Nacional, estarei atento à execução orçamental nos restantes cinco meses deste ano fiscal. Consultarei com o maior partido com assento no Parlamento, a Fretilin, e outros que o queiram, bem como individualidades destacadas da nossa sociedade civil, sobre a forma como esse Fundo de Estabilidade Económica, a ser declarada constitucional pelo Tribunal de Recursos, deve ser gerido.
A minha preferência, mas que não posso impor, é que o Governo encete dialogo com o partido maioritário para se criar um mecanismo de acompanhamento, gestão e execução desse fundo.
Aliás, este método deveria ser praticado pelos Governos para todas as questões de grandes implicações para o presente e o futuro do nosso país, tais como a gestão do fundo de petróleo e de outros recursos naturais, investimentos de larga escala que requerem execução a longo prazo, concessão de terrenos para fins de investimento, reforma administrativa, política educacional, e outros de relevância nacional.
O nosso país deve evitar tomadas de decisões que afectam os superiores interesses do país sem que sejam fruto e resultado de consultas, debate e consenso.
Numa palavra, temos de começar a desenvolver a cultura do respeito ao princípio da continuidade do Estado, independentemente do partido que estiver no poder.
Por todas as razões citadas, decidi aguardar, em primeiro lugar, que o Tribunal de Recursos opine sobre a constitucionalidade do Fundo de Estabilização Económica, assim como dar tempo ao Governo para que esclareça a opinião pública Timorense e a comunidade internacional, da razão deste Orçamento Rectificativo.
De regresso da minha viagem da China, onde manterei contactos com o Presidente da República Popular da China, Hu Jin Tao, e o Primeiro-Ministro da Austrália, Kevin Rudd, e da Visita de Estado às Filipinas, tomarei uma decisão final quanto à promulgação ou não do Orçamento Rectificativo.
Eis a pergunta que se coloca actualmente no pensamento de todos aqueles que querem ver Timor-Leste não como um
Estado de AMP mas sim um Estado de Direito. Parece que o nosso PM de facto (Xanana Gusmão) tem uma história de amor com os seus apoiantes e os seus aliados políticos. Depois de afastar inconstitucionalmente a Fretilin do poder, Timor-leste está agora atravessar as três fases inadmissíveis chamadas “desigualdade social, corrupção e nepotismo”, estes são problemas graves que se encontram actualmente na conjuntura socio-económica e política do país. O Xanana perdeu o controlo e o equilíbrio político que não estavam previstos, e conduz o país de forma emocional. O governo não está a governar o país mas sim, está a servir os interesses que enfim, não são do povo. Nós não podemos confundir uma maioria absoluta parlamentar com o poder absoluto, são duas coisas distintas que devemos separar. Um governo deve servir e unir o povo, deve criar condições e estratégicas políticas sobretudo na gestão política integrada que serve como prioridades aos mais pobres e igualdades de oportunidade na participação do desenvolvimento do país.
Visto que Timor-Leste tem um governo para AMP, não é um governo do povo e para povo, é um facto que deve ser impedido, pois, estar no poder não é uma oportunidade mas sim uma responsabilidade que exige de nós uma convicção política clara na implementação de um projecto para o desenvolvimento do país. A nossa imparcialidade, maturidade, transparência e capacidade profissional de executar os planos políticos, são factores que podem garantir a estabilidade de uma nação. Infelizmente, isto não se vê neste governo de facto liderado pelo senhor Xanana Gusmão.
A situação política que se vive em Timor-leste é de facto uma realidade, o governo está totalmente desorganizado, falta de transparência na implementação do orçamento, há mais despesas do que receitas, não tem uma ideai clara para o país, a não ser a perseguição política na administração pública. Isto é um absurdo, parece que este governo de facto está a tornar o país como um centro comercial, em que os funcionários são seleccionados pelo seu patrão, aqueles que o patrão gosta, podem ficar e aqueles que o patrão não gosta, podem ir embora. É uma situação lamentável e, deve-se procurar uma solução de carácter urgente para impedir que esta situação se prolongue, porque pode comprometer a estabilidade do país.
Perante os respectivos acontecimentos acima referidos, pergunto eu; será que o PM de facto ainda tem autoridade política? Eu creio que não. Em Timor-leste, ser um Ministro ou um secretário do estado é um emprego, não é uma profissão política, quando é assim a corrupção e nepotismo vão continuar aumentar, e o princípio político que o Xanana sempre defendeu; “libertar a pátria e defender o direito do povo”, não passa apenas de uma utopia. É um compromisso político muito arriscado, se não satisfazer as exigências feita pelos seus aliados políticos e seus apoiantes, o Xanana cai e nunca mais levanta. Porque vão se demitindo e saindo pouco-a-pouco, deixando-o sozinho. É um risco trabalhar com oportunistas. Devo então dizer que o Xanana na verdade já não tem a autoridade política que ele tanto desejou.
Uma reflexão profunda, assumir os erros e pedir desculpas ao povo são vias mais credíveis que restam ao Xanana para reconquistar o estatuto que tinha. Sim ou não, Xanana fará sempre parte da história de Timor.
Por: António Guterres